domingo, abril 05, 2009
quinta-feira, abril 02, 2009
O TELA em Estreia com "Dicionário da Vida"
terça-feira, março 31, 2009
segunda-feira, março 30, 2009
Estreia de "A Maluquinha"
O Projéctor- teatro, lançou a sua 12ª Produção para comemorar os seus 12 anos de vida Teatral.


Cristos Lindos! Viva o Talento!
quarta-feira, março 11, 2009
terça-feira, março 10, 2009
domingo, março 01, 2009
Os Actores de "A Maluquinha"
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
quarta-feira, janeiro 14, 2009
quarta-feira, janeiro 07, 2009
A Escola + do Mestre Kira
KIRA - Nome de origem Àrabe com o significado de Rainha.
Este homem,causado
r de tudo isto, sonhou e a obra nasceu, talvez até, sem Deus ter sido consultado.
A obra fala por si (ou por ele) todos os
dias em que aprendemos a dar mais uma pincelada.

ESCOLA + (Mais)
do Mestre Kira é um lugar onde é “possível aprender a descobrir o mundo da pintura”
e que proporciona aos seus frequentadores dominar técnicas e posteriormente “cada um seguir o seu pr
óprio caminho”.
As aulas são de 3 horas por semana a combinar os dias e horários e cada turma tem 5 elementos.
quinta-feira, janeiro 01, 2009
quarta-feira, dezembro 17, 2008
terça-feira, dezembro 02, 2008
A Escolinha do Mestre Kira
terça-feira, novembro 25, 2008
"O Raio das Coristas"
sábado, novembro 22, 2008
A Grande mulher da minha rua!
Florbela Espanca nasceu em Vila Viçosa, 8 de Dezembro de 1894 , batizada com o nome Flor Bela de Alma da Conceição, foi uma poetisa portuguesa.Foi feminista, teve uma vida tumultuada, inquieta, transformando seus sofrimentos íntimos em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotismo e feminilidade.Filha de Antónia da Conceição Lobo, empregada de João Maria Espanca, que não a rec
onheceu como filha. Porém com a morte de Antónia em 1908, João e sua mulher Maria Espanca criaram a menina. O pai só reconheceria a paternidade muitos anos após a morte de Florbela.Em 1903 Florbela Espanca escreveu a primeira poesia de que temos conhecimento, A Vida e a Morte. Casou-se no dia de seu aniversário em 1913, com Alberto Moutinho. Concluiu um curso de Letras em 1917, inscrevendo-se a seguir para cursar Direito, sendo a primeira mulher a frequentar este curso na Universidade de Lisboa.Sofreu um aborto involuntário em 1919, ano em que publicaria o "Livro de Mágoas". É nessa época que Florbela começa a apresentar sintomas mais sérios de desequilíbrio mental. Em 1921 separou-se de Alberto Moutinho, passando a encarar o preconceito social decorrente disso. No ano seguinte casou-se pela segunda vez, com António Guimarães.O Livro de "Soror Saudade" é publicado em 1923. Florbela sofreu novo aborto, e seu marido pediu o divórcio. Em 1925 casou-se pela terceira vez, com Mário Lage. A morte do irmão, Apeles (num acidente de avião), abala-a gravemente e inspira-a para a escrita de "As Máscaras do Destino".Tentou o suicídio por duas vezes em Outubro e Novembro de 1930, às vésperas da publicação de sua obra-prima, "Charneca em Flor". Após o diagnóstico de um edema pulmonar, suicida-se no dia do seu aniversário, 8 de Dezembro de 1930, aos 36 anos, utilizando uma dose elevada de veronal. Charneca em Flor viria a ser publicado em Janeiro de 1931. (fonte: astormentas)
quinta-feira, novembro 20, 2008
Professor José Esteves
terça-feira, novembro 11, 2008
Eles andam por aí
Antigamente...
Era a imensidão da planície
Rasgada pela voz agreste do morgado
E nós vergados como mouros de sol a sol de lés a lés
A gretar as mãos a crestar os pés
Era a imensidão da planície
Rasgada pela voz agreste do morgado
E nós vergados como mouros de sol a sol de lés a lés
A gretar as mãos a crestar os pés
e nós tombados como espiga a verter
Suor e suco da vida
Antigamente...
Era a secura da voz aprisionada na garganta
E nós estrangulados no fato
Suor e suco da vida
Antigamente...
Era a secura da voz aprisionada na garganta
E nós estrangulados no fato
de foice em riste, enchada ao alto
A fender a terra a rasgar o pranto
A bater o queixo ao frio cortante
Antigamente...
Era o poço sem fundo do nosso estômago
a estalar como um sobreiro
Se protestávamos o agrário chamava a guarda
E mascarados pela noite
vinham buscar alguns de nós para apodrecermos na prisão
Antigamente...
Brotavam cardos das almas e dos campos
Dos nossos pratos a açorda acompanhada de pão e azeitonas
Mas veio um dia o vento suão
a afagar os campos, a varrer o orvalho das manhãs
A brotar dos peitos, a estoirar nos cantos, a serrar correntes destes punhos feitos côtos
Depois partimos aqui mesmo na nossa terra à conquista do caminho que sabíamos
À força de punho a rasgar a terra que outros deixaram
Ao som da razão, a sentir, a criar, a desbastar as trevas que nos fizeram
Depois fizemos cooperativas onde antes era um inferno
Depois nasceu o pão das pedras e dos cardos
Depois de passo certo criavam-se postos de trabalho
Depois ao som do arado fomos cantando em côro
E houve, até, quem penssasse que os abutres tinham morrido
Mas os abutres não morreram
Aí estão outra vez.
A fender a terra a rasgar o pranto
A bater o queixo ao frio cortante
Antigamente...
Era o poço sem fundo do nosso estômago
a estalar como um sobreiro
Se protestávamos o agrário chamava a guarda
E mascarados pela noite
vinham buscar alguns de nós para apodrecermos na prisão
Antigamente...
Brotavam cardos das almas e dos campos
Dos nossos pratos a açorda acompanhada de pão e azeitonas
Mas veio um dia o vento suão
a afagar os campos, a varrer o orvalho das manhãs
A brotar dos peitos, a estoirar nos cantos, a serrar correntes destes punhos feitos côtos
Depois partimos aqui mesmo na nossa terra à conquista do caminho que sabíamos
À força de punho a rasgar a terra que outros deixaram
Ao som da razão, a sentir, a criar, a desbastar as trevas que nos fizeram
Depois fizemos cooperativas onde antes era um inferno
Depois nasceu o pão das pedras e dos cardos
Depois de passo certo criavam-se postos de trabalho
Depois ao som do arado fomos cantando em côro
E houve, até, quem penssasse que os abutres tinham morrido
Mas os abutres não morreram
Aí estão outra vez.
domingo, novembro 02, 2008
Uma noite diferente!
As "VIDAS" continuam!
terça-feira, outubro 28, 2008
Amanhã talvez! ! !
Talvez um dia...
hei-de descobrir os olhos trocados no meu sonho
e penetrar por dentro dos telhados

no leito às avessas de um rio inquieto
Em ti guardei o meu desejo em noites por domir
alimentando um fogo que era meu
em busca do grito das aves
que todas as primaveras me visitam com caracter de urgência
Tantas vezes coloquei a cabeça no teu tempo
com a noite a ameaçar a sombra das minhas palavras
Agora sinto que tenho sede desses olhos que endoidecem a alegria dos girassóis
e habitam em casas
que vestem de silêncio o corpo dos meus dias.
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